Mogi Mirim registra 154 casos de dengue desde o início do ano
Do início do ano até o dia 30 de abril, foram registrados 154 casos de dengue em Mogi Mirim, causados pelo mosquito Aedes aegypti. Em março, registrou-se 141 casos, ou seja, um crescimento de apenas 13 casos em abril. O número é bem menor do que o registrado em 2025, quando no mesmo período foram computados quase 10 mil doentes.
As áreas com maior número de infectados são as zonas norte e oeste da cidade que registram, respectivamente, 59 e 32 casos. A região central da cidade aparece em terceiro lugar, com 28 registros positivos. Apesar dessa queda acentuada no número de casos, as autoridades de saúde do Município recomendam que a população se mantenha alerta em relação ao Aedes aegypti.
As principais recomendações são manter os quintais limpos e sem acúmulo de água parada. A coordenadora da VS (Vigilância em Saúde), a médica veterinária Vivian Delalibera Custódio, reforça que oito a cada 10 criadouros do mosquito da dengue se encontram nos quintais de casas.
As principais medidas para acabar com os criadouros são; tampar caixas d’água, encher pratos de vasos com areia, limpar calhas, descartar pneus e garrafas corretamente e escovar os recipientes de água dos animais domésticos. Outra dica importante é colocar o lixo em sacos plásticos, além de manter a lixeira sempre fechada.
No final de abril deste ano, a vacina contra a dengue do Butantan foi liberada para pessoas com 59 anos, que poderão tomar o imunizante em qualquer UBS (Unidades Básicas de Saúde) da cidade. Ainda foi libertada a profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, dentistas, psicólogos, biomédicos, dentre outros, com idade entre 15 e 59 anos. Já crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos também poderão ser imunizados com a vacina Qdenga, também disponíveis nas UBSs.


