Izildinha Pilli │Por pouco Meryl Streep não viveu Miranda Priestly – e outras histórias da semana

Por pouco Meryl Streep não viveu a temida Miranda Priestly em “O Diabo Veste Prada”

A ousadia de Meryl Streep ao recusar a primeira oferta para viver Miranda Priestly em O Diabo Veste Prada (2006) tornou-se um exemplo de valorização profissional e de afirmação de seu próprio peso em Hollywood. Consciente da força que seu nome agregava ao projeto, a atriz decidiu testar o estúdio Fox. “Eu queria ver se, ao dobrar meu pedido, eles aceitariam — e eles imediatamente disseram: ‘Claro’”, revelou. O resultado foi um novo acordo, resultando em um contrato na casa dos US$ 4 milhões, reforçando que sua presença era central para o filme. Duas décadas depois, Streep retorna ao papel em O Diabo Veste Prada 2, lançado nos cinemas em maio, retomando a história de Miranda Priestly em meio às transformações do mundo editorial e da mídia. Ao lado dela, também voltam Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci.

Meryl Streep como Miranda Priestly em “O Diabo Veste Prada” (Foto: Divulgação)

O figurino e a caracterização de “Quem Ama Cuida”

Já sabemos que as roupas e costumes apresentados nas novelas acabam ditando a moda do momento, certo? Ambientada em São Paulo dos dias de hoje, Quem Ama Cuida, que estreia nesta segunda-feira, dia 18 de maio, apresenta um conceito visual em que a cidade, personagens e dramaturgia caminham juntos. A figurinista Flávia Costa, que assina o projeto ao lado de Mari Sued, afirma que a equipe buscou construir uma novela formalista, com personagens bem delineados e um certo “cheiro” dos anos 90, a partir de referências mais atualizadas. As chamadas “roupas de casa” — usadas para malhar, pedalar ou descansar — ganham protagonismo como ferramenta narrativa. “Usamos muito isso para dar um ar natural às cenas. Isso aproxima o público e movimenta a cena”, disse Flávia. “Na casa de Pilar (Isabel Teixeira), por exemplo, ela e os filhos andam de pijama, e a filha Ingrid (Agatha Moreira) aparece com roupa de academia”, conta a figurinista. E quem não fica de pijama em casa, né? Principalmente no frio. Aliás, o elenco estará presente no programa “Domingão do Huck” deste domingo, dia 17.

Parte do elenco de “Quem Ama Cuida” (Foto: Globo)

Três em Um

  1. Após gravação em Belo Horizonte (MG), no último dia 20 de abril, Matheus e Kauan dão início aos lançamentos do segundo volume do projeto audiovisual “Astral”. A faixa escolhida para abrir esta nova etapa é a inédita “Meu Silêncio”, parceria com Simone Mendes, que chegou às plataformas de áudio na quinta-feira (14).
  2. Tudo indica que a Record melhorou a audiência do “Domingo Espetacular” após a mudança na apresentação do programa, agora comandado por Roberto Cabrini e Camila Busnello. No domingo (10), das 18h06 às 20h12, a revista eletrônica alcançou pico de 6,5 pontos no Painel Nacional de Televisão (PNT), média de 5,6 pontos e 10,6% de participação.
  3. Homero Salles, criador e ex-diretor do programa “Domingo Legal”, detonou Rodrigo Faro em entrevista ao podcast “Olhar Cínico”. Em sua avaliação, o ex-contratado da Record, que vai comandar um reality show inédito no Globoplay, “não é apresentador. Ele é ator.”
A dupla Matheus e Kauan e a cantora Simone Mendes (Foto: Divulgação)

Família unida em todos os momentos

Fausto Silva apareceu ao lado da família em uma nova foto publicada por seu filho, João Silva, no último domingo, dia 10, em comemoração ao Dia das Mães. Na imagem, além de João, Fausto e Luciana Cardoso, está o filho mais novo do apresentador, Rodrigo, em momento de descontração com a família. Recentemente, em seu aniversário de 76 anos, Fausto também havia aparecido em foto ao lado dos filhos, e as aparições chamam a atenção por serem cada vez mais raras, sobretudo após seus últimos procedimentos médicos. Ao longo dos últimos anos, Faustão passou por transplantes de coração, rim e fígado, além de ter enfrentado uma infecção bacteriana.

Faustão ao lado de familiares (Foto: Reprodução/redes sociais)

Um casal formado por aparições em redes sociais

A repercussão do fim do affair entre Virginia Fonseca e Vinicius Jr. reacendeu imediatamente a torcida pela reconciliação entre Virginia e Zé Felipe, os fãs foram em busca de sinais de uma possível volta. Essa mobilização dos fãs não acontece por acaso. Durante anos, Virginia e Zé Felipe construíram diante do público uma imagem de família muito próxima, afetuosa e constantemente compartilhada nas redes sociais. O público acompanhou momentos íntimos, a rotina da casa e a criação dos filhos, e isso naturalmente gerou identificação emocional. Quando uma relação assim termina, muitos seguidores continuam torcendo para que aquela narrativa familiar seja retomada. Mas, no meio dessa curiosidade toda, existe uma questão mais importante: quando há filhos envolvidos, o debate não deveria se limitar à torcida por casal ou ao interesse pelo próximo capítulo da vida amorosa dos famosos. O ponto central deveria ser a responsabilidade emocional, a estabilidade da rotina das crianças e os impactos da superexposição da vida pessoal. A vida afetiva de figuras públicas sempre vira assunto, mas nem tudo precisa ser tratado como entretenimento puro.

Zé Felipe e Virgínia (Foto: Divulgação)