Duplicação da SP-352 avança com vistoria da Cetesb em Itapira

O processo de duplicação da Rodovia Comendador Virgolino de Oliveira (SP-352), em Itapira, avançou com a realização de uma vistoria da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) na última semana de julho. A inspeção integra o processo de obtenção da Licença Prévia (LP), etapa necessária para o desenvolvimento do projeto.

A vistoria foi acompanhada pela equipe de Meio Ambiente da Arteris Intervias. O projeto de duplicação foi elaborado por determinação da Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), com acompanhamento da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).

A proposta prevê a implantação de 16 quilômetros de novas pistas, divididas em duas fases. A primeira contempla o trecho entre os quilômetros 162+540 e 170+500. A segunda abrange o segmento entre os quilômetros 170+500 e 178+500. O projeto também inclui a construção de um novo dispositivo de retorno no quilômetro 181+500.

Segundo o diretor-superintendente da Arteris Intervias, Walace Merlin, a duplicação deverá contribuir para a melhoria da segurança viária tanto para os moradores de Itapira quanto para os motoristas que utilizam a rodovia para acessar o Sul de Minas Gerais. De acordo com ele, estudos realizados pela concessionária apontam que ultrapassagens inseguras e colisões transversais, provocadas principalmente pelos acessos urbanos existentes ao longo da via, estão entre os principais fatores de risco para acidentes, cenário que tende a ser reduzido com a duplicação.

A Licença Prévia é a primeira etapa do licenciamento ambiental e tem como finalidade avaliar a viabilidade ambiental do empreendimento, considerando aspectos como localização, concepção do projeto e os impactos ambientais previstos. A emissão da licença é necessária para o prosseguimento das próximas fases de desenvolvimento e implantação das obras.

De acordo com a Arteris Intervias, a vistoria da Cetesb representa mais um passo no andamento do projeto e integra o processo de licenciamento ambiental, que busca assegurar a conformidade das intervenções com a legislação vigente e as medidas de prevenção, mitigação e compensação de impactos ambientais.

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