A Prefeitura de Mogi Guaçu já realizou 26 internações compulsórias em 2026 e mantém outros 15 casos em diferentes etapas do procedimento junto à Justiça, segundo balanço atualizado até 22 de outubro.
O trabalho é voltado a pessoas em situação de rua ou de vulnerabilidade social que, conforme avaliação médica, apresentam quadro de dependência química relacionado ao uso de álcool ou outras drogas e recusam o acolhimento voluntário.
Segundo a administração municipal, a internação compulsória depende de avaliação médica e de autorização judicial. Somente após a decisão da Justiça são realizadas as buscas para localização e encaminhamento da pessoa.
Além das 26 internações já efetivadas, duas solicitações aguardam manifestação do Judiciário. Outros dois casos tiveram liminar deferida, mas as pessoas ainda não foram localizadas. Há ainda 11 pedidos encaminhados à Secretaria de Assuntos Jurídicos (SAJ) para que seja solicitada autorização à Justiça.
O procedimento é coordenado pela Equipe de Segurança, Cidadania e Acolhimento (Esca), com participação da Guarda Civil Municipal (GCM), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e das secretarias municipais de Assistência Social, Saúde e Assuntos Jurídicos.
Após a abordagem, a pessoa passa por avaliação médica na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Novo II. Na sequência, conforme o procedimento informado pela Prefeitura, é encaminhada para uma clínica especializada em reabilitação.





