Izildinha Pilli │ João Bosco reúne artistas de diferentes gerações em novo lançamento
João Bosco reúne amigos novos e antigos
Ao completar 80 anos em 2026, o cantor, compositor e violonista João Bosco não festeja apenas um novo ciclo de vida. Ele reúne artistas de diferentes gerações para comemorar mais de cinco décadas de uma trajetória que expandiu os limites da canção brasileira e produziu um repertório que segue vivo, surpreendente e absolutamente contemporâneo. Essa celebração ganha forma em “Amigos Novos e Antigos”, com lançamento em duas etapas ao longo de 2026, acompanhado de uma nova turnê. A parte um do álbum, com seis faixas já está disponível nas plataformas digitais. No dia 25 de setembro, sai o álbum completo com 17 faixas. “Chegar aos 80 anos cercado de pessoas que fizeram parte da minha história e de artistas que continuam levando essa música pra frente é um presente. Este disco nasceu da vontade de agradecer. Cada canção é uma conversa, um abraço, um reencontro”, disse João Bosco. O cantor foi homenageado com a Medalha UBC, distinção criada em 2024 pela União Brasileira de Compositores para reconhecer grandes nomes da música brasileira. “Estou muito emocionado por receber essa medalha em meu nome e em nome de todos os meus parceiros, que junto a mim vêm fazendo essa trajetória compondo, fazendo as canções”, declarou João Bosco.

Single de Ed Motta mescla soul e funk do Rio dos anos 80
Ed Motta promove mais um single que estará em seu novo álbum “Toc-Toc”, a ser lançado dia 25 de setembro. Trata-se de “O Desejo Está Nu”, que chega depois de “Eu Quero Ser Feliz” e da faixa-título. Nele, o artista revela uma nova dimensão do trabalho ao voltar seu olhar para o Rio de Janeiro dos anos 1980, em uma canção que aproxima o soul e o funk de uma atmosfera essencialmente carioca. Ed define a música como uma espécie de “ponte aérea Rio-Havaí”, na qual o imaginário carioca se encontra com imagens tropicais e uma sensação permanente de verão. “É um dos temas mais recentes do disco e tem um sabor oitentista. É uma música muito carioca, uma ponte aérea Rio-Havaí. A atmosfera tem muito a ver com o trabalho do designer (de city pop) Hiroshi Nagai, com a novela ‘Sol de Verão’ e com aquela Barra da Tijuca dos anos 80. Robson Jorge e Lincoln Olivetti são grandes influências nessa música. É um prenúncio do verão”, afirma Ed Motta.

Aos 18 anos, Heitor Santos faz sucesso cantando arrocha
Aos 18 anos, Heitor Santos vive o melhor momento de sua trajetória artística. Natural de Sergipe e conhecido pelo público como “O Novinho”, o cantor acaba de conquistar espaço no Top 50 do Spotify Brasil com a versão em arrocha de “Noite Fracassada”, consolidando seu nome entre os artistas em ascensão da música brasileira. A canção já soma mais de 8,5 milhões de reproduções nas plataformas digitais e tem ampliado significativamente a projeção nacional do artista, que atualmente reúne cerca de 3,5 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Originalmente lançada pela dupla Jads & Jadson em 2015, “Noite Fracassada” ganhou uma releitura dez anos depois na voz de Heitor, que adaptou o hit ao seu estilo e o incluiu no projeto Sabor HS 3.0, lançado em junho deste ano. Além de “Noite Fracassada”, o artista também acumula êxitos com músicas como “Sina de Ofélia”, “Nocaute” e “Tão Distante”, que vêm se destacando tanto nas plataformas digitais quanto nas rádios do Nordeste. Com números expressivos e uma base de fãs cada vez maior, Heitor Santos segue consolidando seu espaço no cenário musical nacional e mostrando que o título de “O Novinho” não é obstáculo para alcançar grandes resultados.

Gabriela comete erro técnico em sorvete de pistache e é eliminada do “MasterChef Brasil”
Fim da linha para Gabriela Peixoto. Na noite de terça-feira (15), a obstetra deu adeus ao MasterChef Brasil depois de não alcançar o equilíbrio exigido na elaboração do temido Baked Alaska, sobremesa composta por uma camada de bolo e outra de sorvete, envoltas por uma cobertura de merengue tostado. Apesar de agradar aos jurados pelo sabor, a baiana teve dificuldades com a estrutura do creme gelado de pistache. Em entrevista exclusiva ao Band.com.br, a médica explicou ter tentado inovar na textura ao misturar dois tipos de gordura, o que acabou pesando a massa e impediu o doce de atingir a consistência ideal. Mesmo com o deslize técnico, a concorrente afirmou ter ficado satisfeita com a sua trajetória e superação pessoal ao longo do programa. “Vim para São Paulo com aluguel para um mês e durei muito mais do que isso, então tenho orgulho de mim”. Para a competidora, a maior conquista no jogo foi adquirir autoconfiança. Os elogios recebidos por Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça tornaram-se “troféus” simbólicos desse processo. “A grande lição que levo do MasterChef é acreditar em mim. Agora, confio ainda mais. Creio que isso irá transformar tudo o que faço”. Fora da disputa, Gabriela garantiu que seguirá investindo na gastronomia e pretende aproveitar a oportunidade oferecida pelo chef francês. Durante a despedida, o jurado pontuou a evolução da participante e revelou que as portas de seus restaurantes estão abertas para uma experiência profissional. A ideia, porém, é conciliar essa nova perspectiva com a carreira na área da saúde. “Amo o que exerço, mas cozinhar é minha outra paixão e a certeza é de que não vou parar”, finalizou.

Izildinha Pilli é jornalista formada pela Faculdade Metodista de São Bernardo do Campo e colunista há mais de 20 anos, escrevendo para diversos jornais do interior



